Liberdade!
Asas que inflam.
Pássaro que voa.
De vida em vida,
Idas e vindas!
Sonhos e choros.
Risos e lagrimas,
Risos em lagrimas!
Soluços!
Só ouço,
Silêncios e lenços,
No leve aceno do adeus!
Liberdade?
Asas que encolhem,
Pássaros caídos,
Sangram feridos.
Sonhos desfeitos.
Agora só idas,
Sem vindas vindouras.
E a cada aceno,
O silêncio se silencia,
E um último lenço,
Cai na terra já fria.
(Valdir Coimbra)
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