Quero
um chá de erva forte.
Coisa
que não me deixe dormir.
Quero
velar-te assim,
enquanto
te faço promessas,
enquanto
te falo de deuses
De
musas e poetas.
Quero
beber tua beleza.
Desfrutar
dos teus odores.
Sentir
tua essência
Do
meu ser se apossar.
E
quando amanhecer
E
os raios de Febo nos tocar;
Não
sei se serei eu,
Não
sei se serei tu.
(Valdir
Coimbra)
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